Fala, meu amigo. Vou te mostrar como eu penso antes de apertar o botão de compra, usando o que eu vejo na tela hoje.

Primeiro, a maré. Eu olho a média longa, de 200 dias. No $BTC o preço está em US$ 84.849,87 e a média em US$ 71.359,87, quase 19% acima dela. Isso quer dizer tendência de alta. Comprar contra a média longa é remar contra a correnteza.

Depois o RSI, que mede o quanto o movimento está esticado. Hoje o $BTC está em 76,9 e o $ETH em 76,7. Isso não quer dizer que vai cair, e eu não sei o que vem depois. Quer dizer que quem entra agora está entrando caro. O que eu faço nessa hora: espero um recuo para a média, ou entro com menos.

Agora a conta que quase todo mundo pula, que é o tamanho. Supõe que você separou R$ 500 e aceita perder no máximo 2% dela. Teu limite é R$ 10 nessa operação. Se o teu stop está 5% abaixo do preço de entrada, a posição não pode passar de R$ 200, porque 5% de R$ 200 são exatamente os teus R$ 10. Quem decide o tamanho é essa conta, não a vontade de acertar.

E a saída se define antes de entrar: escreve num papel onde você vende se cair e onde vende se subir. Depois de aberto, a cabeça mente.

Tem um número que quase ninguém olha: o funding. No BTC ele está em +9,2% ao ano, o que mostra a turma alavancada pagando caro para continuar comprada. Quando isso esquenta demais, quem paga a conta é quem está comprado.

Toca no $BTC aqui no texto e olha o gráfico, é o mesmo número que eu olho antes de decidir.

Qual dessas quatro partes você ainda não faz: a média, o RSI, o tamanho ou a saída?