$USUAL A proposta central do ecossistema Usual e de seu token de governança (USUAL) passa exatamente por essa crítica: desmantelar o modelo "feudal" da indústria de criptomoedas e redistribuir o valor gerado diretamente para os usuários.
O Usual introduziu a stablecoin USD0 (um dólar sintético pareado com ativos do mundo real, os chamados Real-World Assets ou RWA)
O "Feudalismo" Cripto segundo o Usual
No modelo tradicional das finanças centralizadas e até em muitos projetos DeFi conhecidos:
Barões do Capital (VCs e Emissoras): Empresas de stablecoins tradicionais (como Tether/USDT e Circle/USDC) captam depósitos dos usuários, investem esse dinheiro em títulos públicos/renda fixa com alto rendimento e retem 100% dos lucros para si ou seus acionistas.
A "Servidão" dos Usuários: O usuário assume o risco da custódia e provê a liquidez, mas recebe zero rendimento direto do ativo subjacente.
Tokens de Governança Sem Valor: Grande parte dos projetos lança tokens com altíssima diluição, vendendo partes baratas para investidores de risco (VCs) e despejando (dumping) no varejo depois.
Como o Usual Propõe Quebrar Esse Sistema?
O ecossistema Usual ataca essa estrutura de três formas principais:
1. Redistribuição dos Rendimentos dos RWAs
Enquanto emissoras tradicionais ficam com os juros dos títulos públicos, os ativos respaldados pelo USD0 geram rendimentos que são redirecionados para os detentores do ecossistema Usual, e não para uma empresa centralizada.
2. Alocação de Propriedade ao Usuário (Ownership)
O token USUAL atua como uma cota de propriedade do ecossistema. Em vez de vender a maior parte dos tokens para fundos de investimento antes do lançamento público, a distribuição prioriza os usuários que geram liquidez e usam a plataforma.
3. Modelo de Mints Baseados no Valor Gerado
A emissão do token USUAL está diretamente atrelada ao Valor Total Bloqueado (TVL) e à receita real do protocolo. Se o protocolo não gera receita, não há criação de novos tokens de forma arbitrária.
O Usual introduziu a stablecoin USD0 (um dólar sintético pareado com ativos do mundo real, os chamados Real-World Assets ou RWA)
O "Feudalismo" Cripto segundo o Usual
No modelo tradicional das finanças centralizadas e até em muitos projetos DeFi conhecidos:
Barões do Capital (VCs e Emissoras): Empresas de stablecoins tradicionais (como Tether/USDT e Circle/USDC) captam depósitos dos usuários, investem esse dinheiro em títulos públicos/renda fixa com alto rendimento e retem 100% dos lucros para si ou seus acionistas.
A "Servidão" dos Usuários: O usuário assume o risco da custódia e provê a liquidez, mas recebe zero rendimento direto do ativo subjacente.
Tokens de Governança Sem Valor: Grande parte dos projetos lança tokens com altíssima diluição, vendendo partes baratas para investidores de risco (VCs) e despejando (dumping) no varejo depois.
Como o Usual Propõe Quebrar Esse Sistema?
O ecossistema Usual ataca essa estrutura de três formas principais:
1. Redistribuição dos Rendimentos dos RWAs
Enquanto emissoras tradicionais ficam com os juros dos títulos públicos, os ativos respaldados pelo USD0 geram rendimentos que são redirecionados para os detentores do ecossistema Usual, e não para uma empresa centralizada.
2. Alocação de Propriedade ao Usuário (Ownership)
O token USUAL atua como uma cota de propriedade do ecossistema. Em vez de vender a maior parte dos tokens para fundos de investimento antes do lançamento público, a distribuição prioriza os usuários que geram liquidez e usam a plataforma.
3. Modelo de Mints Baseados no Valor Gerado
A emissão do token USUAL está diretamente atrelada ao Valor Total Bloqueado (TVL) e à receita real do protocolo. Se o protocolo não gera receita, não há criação de novos tokens de forma arbitrária.