Retrospectiva do Dogecoin em 2025

Uai, quem diria, né? O Dogecoin começou como uma brincadeira, mas neste ano foi abraçado por empresa grande, entrou em tesouraria de companhia aberta e até se misturou com política lá dos Estados Unidos, com o bilionário Elon Musk no meio da confusão.

Só que, mesmo com esse tanto de novidade, a moeda não bateu recorde novo. Pra tristeza da turma fiel, em dezembro já tinha perdido tudo que ganhou em 2025, caindo uns 65% no ano. Ô trem esquisito!

O tal do Departamento de Eficiência Governamental

No fim de 2024, o presidente Trump botou o Musk como cara de frente de um departamento novo, chamado DOGE. A ideia era cortar gasto público até o osso. Mas logo no começo já deu rolo: processo, acusação de ilegalidade e até o logotipo do Dogecoin apareceu no site oficial, fazendo a moeda subir 14% num dia e despencar logo depois.

Musk até pensou em usar blockchain, mas desistiu de colocar o Dogecoin direto. E o departamento virou polêmica: demissão errada de gente da saúde, corte em ajuda internacional e acusação de inflar economia. No fim das contas, caiu no esquecimento e Musk foi afastado.

Dogecoin corporativo

Em 2025, o DOGE entrou de vez no mundo das empresas. Teve pedido de ETF, criação da House of Doge, empresa de c@nnabis virando Dogecoin Cash, mineradora comprando DOGE, e até a CleanCore Solutions virando tesouraria oficial.

Em outubro, a House of Doge abriu capital na Nasdaq e ainda comprou um time de futebol europeu, estampando o Dogecoin nos uniformes. Mesmo assim, o preço não foi pra lua como muita gente esperava.

E agora?

Apesar de não ter batido recorde, os desenvolvedores acreditam que o Dogecoin tá se firmando como moeda de utilidade, não só de especulação. Como disse Timothy Stebbing, da Dogecoin Foundation: “O Dogecoin tá seguindo um caminho diferente, mais pé no chão, ligado à utilidade”.

Ou seja, o ano foi cheio de altos e baixos, mas a comunidade segue acreditando que 2026 pode ser explosivo.