BH agradece sua complacência viu ZEMA.
Corte de verbas 95,6% no programa de suporte a desastres, caindo de 134,8 milhões em 2023 para apenas 5,8 milhões em 2025.

Acusação de que o governador Romeu Zema (Novo) teria culpa nos desastres das chuvas em Minas Gerais, incluindo Belo Horizonte, baseia-se principalmente na alegação de que o governo estadual reduziu drasticamente os investimentos em prevenção a desastres, o que teria contribuído para agravar a tragédia. No entanto, o governo contesta esses números e afirma que os investimentos aumentaram.

A tabela abaixo resume os principais argumentos de cada lado:

Acusação (Oposição e Críticos) Defesa (Governo Zema)
Corte de verba: Redução de 95,6% no programa de suporte a desastres, caindo de R$ 134,8 milhões em 2023 para apenas R$ 5,8 milhões em 2025 . Números contestados: O governador afirma que os dados estão errados, pois desconsideram investimentos como R$ 200 milhões em "piscinões" na Grande BH e R$ 70 milhões em kits de defesa civil para mais de 600 municípios .
Responsabilidade: A redução é vista como uma "omissão administrativa grave" e uma escolha política que ignorou os riscos climáticos, agravando as consequências das chuvas . Ações emergenciais: O governo destaca o envio imediato de equipes de resgate, ajuda humanitária e a liberação de R$ 48,2 milhões em reforços financeiros para a saúde das cidades atingidas .
Improbidade: A deputada Dandara (PT-MG) acionou a PGR para investigar Zema por improbidade administrativa e responsabilidade penal, apontando um possível "nexo de causalidade" entre o corte de verbas e as mortes . Desmentido pelo vice: O vice-governador, Mateus Simões, admitiu que o orçamento de prevenção se restringiu a recursos decorrentes das tragédias de Mariana e Brumadinho, contradizendo a versão de Zema sobre os investimentos .